Viajantes sem mala qualquer bagagem
De ida sem volta sem preço de passagem
Não os desejo
E não desejando lastimo pela sua partida
Tão cedo
Tão curta
Tão desatinada
Assim como minha vida
Vazia e aluada
Filha do vento
A boca aberta da maldade
O medo e a pura insanidade
Meus inimigos olha o apreço que tenho por vocês
Até escrever tenho como
E talvez porque mereçam minha homenagem
Digo adeus como se diz até logo
Que sejam consumidos pelo fogo
De suas inverdades.
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